O foco da função operacional é fazer as coisas que precisam ser feitas. O foco da função gerencial é fazer com que essas coisas sejam feitas melhor, mais depressa e mais economicamente.
Uma referência detalhada sobre os muitos pontos e diferentes aspectos do trabalho de vendas.Trabalhar no varejo é uma opção muito gratificante e cheia de oportunidades, você só precisa se profissionalizar. Para isto, este Blog trará a você uma ampla variedade de temas relacionados e informações relevantes que irão ajudar na sua capacitação, maximizando assim o seu potencial nesta área.
sábado, 1 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Dica do Dia 30
É natural que as pessoas procurem na gerência as pistas sobre como devem agir. O gerente deve lembrar que as três melhores formas de liderar são: pelo exemplo, pelo exemplo e pelo exemplo. As maneiras com que o líder se dedica às vendas e encara os desafios são fundamentais na atuação da equipe.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Dica do Dia 28
Dentro de cenários altamente competitivos (eventualmente agravados por crises econômicas), torna-se impresindível que, em cada momento de contato com o cliente, antes, durante ou pós vendas, protagonize-se um espetáculo de atendimento. Só assim a empresa pode aspirar à fidelidade do cliente. Não é difícil conseguir preço com eficiência operacional, resta a excelência do contato e da relação. Enfim, quer fidelizar? A missão é tornar o cliente um fã; posicionar-se em sua cabeça como a melhor alternativa.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Evite a ansiedade do fim de ano...
Quando você sente que a tarefa que está à sua frente é maior que você, está sofrendo de ansiedade. É um estado comum no fim do ano, pois os compromissos se avolumam e sentimos dificuldade em administrar o tempo para dar conta de tudo. Por isso, siga estes três passos para amenizar a ansiedade:
* Passo 1 – Não sobrecarregue sua mente pensando e repensando nas atividades que precisa realizar. Organize-se fazendo uma lista de tarefas. Colocar no papel vai permitir que a lista saia da sua cabeça e fique na sua agenda, medida que evita que sua mente remoa insistentemente aquilo que precisa ser feito.
* Passo 2 – Cuide da sua cabeça. Faça meditação, ou melhor, interiorização, aliviando sua mente da sobrecarga de compromissos. É importantíssimo que você aprenda a dominar seu equipamento mental para evitar que ele sobrecarregue seu corpo com excesso de medo e preocupação.
* Passo 3 – Desfrute deste momento de fim de ano. A ansiedade nos faz viver a ilusão de que o prazer e a alegria são estados que somente viveremos quando todos os nossos problemas estiverem resolvidos. Isso é uma ilusão. Precisamos nos tornar capazes de curtir o momento, seja ele qual for. Nesse caso da correria de fim do ano, curta e aproveite os seus passeios aos shoppings e às lojas, a preparação para as festas e os encontros com familiares e amigos. Sem dúvida, todos esses eventos implicam em trabalho e em muitos contratempos, mas tudo isso faz parte da vida. Aceitar essa realidade lhe dará condições de aproveitar todos os momentos deste seu fim de ano sem ansiedade, mas com alegria e paz no coração, pois esse é o verdadeiro sentido e a verdadeira essência do Natal.
Mariliz Vargas
Como foi o ano e o que você espera para o próximo?
O fim do ano costuma ser um momento de reflexão. É hora de parar e reavaliar como foi o ano e o que você deseja para 2011.
Em 2010, muitos assuntos foram debatidos em Profissão?! VAREJO.
Entretanto, para este fim de ano, gostaria de destacar um aspecto importante a perceber, é que não são os fracassos e as descrenças que movem uma empresa, mas sim o sucesso. Aquilo que você faz certo e em que é realmente bom é que vai garantir a sua permanência no mercado.
Por isso, neste fim de ano, mais que fazer promessas e desejos para 2011, quero propor uma reflexão: lembre-se de três coisas que foram cruciais para você atingir o sucesso, fazer uma mudança importante ou permanecer fazendo o que gosta. Vamos lá, preencha mentalmente:
1.
2.
3.
E, agora, faça uma análise do que levou você a atingir essas três coisas...
* O que você fez?
* Quem foi crucial para ajudá-lo?
* Como você fez?
* Onde fez?
* Quando aconteceu?
* Quanto foi necessário? – aqui entram recursos, tempo e, é claro, dinheiro.
* Por que você fez?
Após avaliar os principais acertos deste ano, você estará muito mais otimista e pronto para encarar o próximo. E que venha 2011!
Tipos diferentes de Clientes e dicas de como melhor atendê-los..
Cada cliente é um cliente e para fideliza-lo você precisa observar o comportamento deles oferecendo um atendimento diferenciado. Mas antes de fazer isso, é necessário conhecer quem são os seus clientes...
Simpático: Parece fácil, mas não é. O cliente simpático envolve os vendedores e a conversa pode acabar virando mais uma amizade do que uma venda. A negociaçõa deve ser alegre e extrovertida, mas sem deixar de lado o principal: A VENDA!
Impulsivo: O temperamento desse cliente é imprevisível e ele costuma mudar de opinião facilmente. Assim, seja rápido, ágil e flexível e esteja preparado para interrupções e impulsos.
Cético: Sua principal característica emocional é a desconfiança, por isso, o vendedor deve estar apto a dar atenção especial e mostrar com clareza os atributos da marca.
Metódico: Detalhista, esse tipo de cliente exige paciência, ponderação e inteligência emocional. Lembre-se de que o cliente está analisando cada etapa da venda e cada palavra que você fala com a maior calma e atenção.
Indeciso: Esse deve ser atendido por um profissional firme e ativo. Inseguro, o cliente prefere não tomar decisões sozinho, abrindo várias brechas para que o vendedor possa decidir por ele.
Indiferente: Silencioso e algumas vezes antipático, esse cliente deve ser bastante questionado pelo vendedor, a fim de tirá-lo do estado “não me importo” e colocá-lo a par das vantagens do produto ou serviço.
Protelador: Para fugir das enrolações desse cliente, o ideal é apelar para o emocional, dizendo que o estoque está acabando, os preços irão aumentar ou a promoção chegará ao fim. Ele precisa de incentivo para comprar.
Exigente: Esse cliente gosta de comprar, mas não tem muita paciência com vendedores. O ideal é deixá-lo falar, ser mais receptivo do que ativo, mas sem demostrar submissão.
Prático: Decidido, ele não aceita rodeios e é bastante honesto. A venda deve ser objetiva.
Vendedor: Por conhecer o ramo, ele age com tranquilidade e exige um atendimento transparente e profissional. Traga o ponto em comum para a conversa como algo positivo, mas sem comparações ou apelações.
A hora da Virada - Raul Candeloro
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Reclamação de Clientes – e a força virtual...
Uma pesquisa feita pelo U.S. Office of Consumer Affairs aponta que, para cada cliente insatisfeito que reclama há, em média, outros 16 que não o fazem. Isso porque 95% dos clientes insatisfeitos acreditam que não serão contatados. Porém, dos clientes insatisfeitos, 91% não compram mais o produto ou serviço que originou a insatisfação. O grande problema está justamente nessa decepção, já que clientes insatisfeitos transmitem a experiência negativa para uma média de 11 pessoas.
Segundo Reichheld, em seu livro A Pergunta Definitiva – Você nos recomendaria a um amigo?, esse número pode crescer se forem avaliadas as relações virtuais. “No passado, a máxima aceita era a de que cada cliente insatisfeito comunicava sua insatisfação a dez amigos. Hoje, um cliente insatisfeito ‘contamina’ 10 mil ‘amigos’ através da internet”, descreve Reichheld em sua obra.
Diagnóstico - Fidelização de Clientes
Responda às perguntas a seguir e perceba como a questão da fidelização de clientes vem sendo tratada em sua empresa:
· O seu caixa recebe dois telefonemas ao mesmo tempo: em um deles é o Proprietário/Diretor que está fora da empresa no momento. Em outro, é um cliente. Os dois desejam falar com o Gerente/Supervisor. Qual ligação ele repassará primeiro?
· Um concorrente próximo à sua loja resolveu fazer uma promoção imbatível. Você, mesmo perdendo dinheiro, resolve competir com ele, afinal, você pode se dar ao luxo de perder clientes?
· Dr. Silva comprava periodicamente em seu estabelecimento. Não era seu maior cliente, mas todo mês consumia uma pequena quantidade. Entretanto, nos últimos três meses, ele não apareceu. Você, para ser bem sincero, já havia reparado? Há um controle rígido sobre os clientes fiéis da empresa, especialmente à queles que não compram em grandes quantidades?
· Um cliente que reclama sobre a sua empresa recebe que tratamento?
· Sua empresa acaba de criar uma nova ação para consumidores. Seus clientes fidelizados não ficam sabendo, pois não costuma divulgar estas ações para o seu mailing?
· Você conhece seus principais clientes? Como eles são tratados no momento da compra?
· Sua empresa possui ferramentas eficazes para captar informações sobre clientes? Essas informações captadas frequentemente geram novos e/ou melhores produtos e serviços?
Motivação...
Uma palavra mágica nas empresas. Diariamente ouvimos pelos corredores: “Falta motivação”, “Precisamos de motivação”, “O problema é a motivação”.
Acontece que a motivação é encontrada dentro das pessoas, cada uma tem seu botão motivador em lugar diferente, funciona com coisas diferentes e de maneiras diversas. Aos poucos, é possível descobrir o que as motiva e mostrar que as respostas estão dentro delas.
Um exercício simples: Durante uma reunião de vendas, peça para um vendedor se encostar numa parede e levantar o braço para ver onde consegue alcançar. Suba em uma cadeira e marque o local com fita adesiva ou band-aid colorido.
A seguir, peça para o mesmo vendedor ver até onde consegue alcançar ao se esticar ao máximo. Marque novamente a altura conseguida.
A diferença entre as duas marcas é mais do que suficiente para fazer seus vendedores entenderem algumas coisas a respeito de esforço e motivação...
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